segunda-feira, 29 de março de 2010

[Europa League] Relatório 1/4 final: Liverpool FC

• Ficha individual
• Historial temporada 2009/10
• Avaliação do sistema táctico
• Apresentação de estatísticas
• Observações finais














Nome: Diego Cavalieri
Nacionalidade: Brasil
Data de nascimento: 01.12.1982 (27 anos)
Camisola n.º 1
Altura: 1,91m
Peso: 86kg

Posição no terreno de jogo
Principal: guarda-redes
Secundária: não aplicável










Temporada 2009/10

Competição: Presenças – Golos – Amarelos / Vermelhos
Premier League: 0 – 0 – 0/0
Carling Cup: 2 – 0 – 0/0
Champions League: 1 – 0 – 0/0
FA Cup: 1 – 0 – 0/0















Nome: José Manuel ‘Pepe’ Reina
Nacionalidade: Espanha
Data de nascimento: 31.08.1982 (27 anos)
Camisola n.º 25
Altura: 1,88m
Peso: 92kg

Posição no terreno de jogo
Principal: guarda-redes
Secundária: não aplicável










Temporada 2009/10

Competição: Presenças – Golos – Amarelos / Vermelhos
Premier League: 30 – 0 – 2/0
Champions League: 5 – 0 – 0/0
FA Cup: 1 – 0 – 0/0
UEFA Europa League: 4 – 0 – 0/0















Nome: Peter Gulacsi
Nacionalidade: Hungria
Data de nascimento: 06.05.1990 (19 anos)
Camisola n.º 42
Altura: 1,91m
Peso: 83kg

Posição no terreno de jogo
Principal: guarda-redes
Secundária: não aplicável










Temporada 2009/10

Competição: Presenças – Golos – Amarelos / Vermelhos
Premier League: 0 – 0 – 0/0
Carling Cup: 0 – 0 – 0/0
Champions League: 0 – 0 – 0/0
FA Cup: 0 – 0 – 0/0















Nome: Glen Johnson
Nacionalidade: Inglaterra
Data de nascimento: 23.08.1984 (25 anos)
Camisola n.º 2
Altura: 1,82m
Peso: 70kg

Posição no terreno de jogo
Principal: defesa direito
Secundária: não aplicável










Temporada 2009/10

Competição: Presenças – Golos – Amarelos / Vermelhos
Premier League: 19 – 2 – 1/0
Carling Cup: 1 – 0 – 0/0
Champions League: 3 – 0 – 0/0
UEFA Europa League: 2 – 0 – 0/0















Nome: Philipp Degen
Nacionalidade: Suiça
Data de nascimento: 15.02.1983 (27 anos)
Camisola n.º 27
Altura: 1,86m
Peso: 83kg

Posição no terreno de jogo
Principal: defesa direito
Secundária: não aplicável










Temporada 2009/10

Competição: Presenças – Golos – Amarelos / Vermelhos
Premier League: 6 – 0 – 1/1
Carling Cup: 2 – 0 – 0/0
FA Cup: 1 – 0 – 1/0















Nome: Daniel Agger
Nacionalidade: Dinamarca
Data de nascimento: 12.12.1984 (25 anos)
Camisola n.º 5
Altura: 1,91m
Peso: 79kg

Posição no terreno de jogo
Principal: defesa central
Secundária: defesa esquerdo










Temporada 2009/10

Competição: Presenças – Golos – Amarelos / Vermelhos
Premier League: 16 – 0 – 0/0
Champions League: 4 – 0 – 1/0
FA Cup: 1 – 0 – 0/0
UEFA Europa League: 4 – 0 – 0/0















Nome: Sotirios Kyrgiakos
Nacionalidade: Grécia
Data de nascimento: 23.07.1979 (30 anos)
Camisola n.º 16
Altura: 1,93m
Peso: 88kg

Posição no terreno de jogo
Principal: defesa central
Secundária: não aplicável










Temporada 2009/10

Competição: Presenças – Golos – Amarelos / Vermelhos
Premier League: 9 – 1 – 1/1
Carling Cup: 2 – 0 – 1/0
Champions League: 1 – 0 – 0/0
UEFA Europa League: 2 – 0 – 0/0















Nome: Jamie Carragher
Nacionalidade: Inglaterra
Data de nascimento: 28.01.1978 (32 anos)
Camisola n.º 23
Altura: 1,85m
Peso: 83kg

Posição no terreno de jogo
Principal: defesa central
Secundária: defesa direito e esquerdo










Temporada 2009/10

Competição: Presenças – Golos – Amarelos / Vermelhos
Premier League: 29 – 0 – 5/1
Carling Cup: 1 – 0 – 0/0
Champions League: 5 – 0 – 0/0
FA Cup: 2 – 0 – 0/0
UEFA Europa League: 2 – 0 – 0/0















Nome: Martin Kelly
Nacionalidade: Inglaterra
Data de nascimento: 27.04.1990 (19 anos)
Camisola n.º 34
Altura: 1,91m
Peso: 77kg

Posição no terreno de jogo
Principal: defesa central
Secundária: defesa direito










Temporada 2009/10

Competição: Presenças – Golos – Amarelos / Vermelhos
Premier League: 1 – 0 – 0/0
Champions League: 1 – 0 – 0/0
UEFA Europa League: 1 – 0 – 0/0















Nome: Martin Skrtel
Nacionalidade: Eslováquia
Data de nascimento: 15.12.1984 (25 anos)
Camisola n.º 37
Altura: 1,91m
Peso: 81kg

Posição no terreno de jogo
Principal: defesa central
Secundária: não aplicável










Temporada 2009/10

Competição: Presenças – Golos – Amarelos / Vermelhos
Premier League: 19 – 1 – 5/0
Carling Cup: 2 – 0 – 0/0
Champions League: 4 – 0 – 0/0
FA Cup: 2 – 0 – 0/0
UEFA Europa League: 2 – 0 – 0/0















Nome: Daniel Sachéz Ayala
Nacionalidade: Espanha
Data de nascimento: 07.11.1990 (19 anos)
Camisola n.º 40
Altura: 1,91m
Peso: 84kg

Posição no terreno de jogo
Principal: defesa central
Secundária: não aplicável










Temporada 2009/10

Competição: Presenças – Golos – Amarelos / Vermelhos
Premier League: 3 – 0 – 0/0















Nome: Fábio Aurélio
Nacionalidade: Brasil
Data de nascimento: 24.09.1979 (30 anos)
Camisola n.º 12
Altura: 1,73m
Peso: 73kg

Posição no terreno de jogo
Principal: defesa esquerdo
Secundária: médio esquerdo










Temporada 2009/10

Competição: Presenças – Golos – Amarelos / Vermelhos
Premier League: 14 – 0 – 1/0
Carling Cup: 1 – 0 – 0/0
Champions League: 5 – 0 – 0/0
FA Cup: 1 – 0 – 0/0
UEFA Europa League: 2 – 0 – 0/0















Nome: Emiliano Insúa
Nacionalidade: Argentina
Data de nascimento: 07.01.1989 (21 anos)
Camisola n.º 22
Altura: 1,78m
Peso: 80kg

Posição no terreno de jogo
Principal: defesa esquerdo
Secundária: médio esquerdo










Temporada 2009/10

Competição: Presenças – Golos – Amarelos / Vermelhos
Premier League: 28 – 0 – 1/0
Carling Cup: 1 – 1 – 0/0
Champions League: 6 – 0 – 0/0
FA Cup: 2 – 0 – 1/0
UEFA Europa League: 3 – 0 – 2/0















Nome: Javier Mascherano
Nacionalidade: Argentina
Data de nascimento: 08.06.1984 (25 anos)
Camisola n.º 20
Altura: 1,74m
Peso: 84kg

Posição no terreno de jogo
Principal: médio defensivo
Secundária: médio centro










Temporada 2009/10

Competição: Presenças – Golos – Amarelos / Vermelhos
Premier League: 27 – 0 – 9/2
Carling Cup: 1 – 1 – 0/0
Champions League: 5 – 0 – 0/0
UEFA Europa League: 4 – 1 – 2/0















Nome: Damien Plessis
Nacionalidade: França
Data de nascimento: 05.03.1988 (22 anos)
Camisola n.º 28
Altura: 1,93m
Peso: 77kg

Posição no terreno de jogo
Principal: médio defensivo
Secundária: não aplicável










Temporada 2009/10

Competição: Presenças – Golos – Amarelos / Vermelhos
Premier League: 0 – 0 – 0/0
Carling Cup: 1 – 0 – 0/0















Nome: Maxi Rodríguez
Nacionalidade: Argentina
Data de nascimento: 02.01.1981 (29 anos)
Camisola n.º 17
Altura: 1,80m
Peso: 73kg

Posição no terreno de jogo
Principal: médio direito
Secundária: médio esquerdo e médio direito e esquerdo ofensivo










Temporada 2009/10

Competição: Presenças – Golos – Amarelos / Vermelhos
Premier League: 10 – 0 – 1/0
Primera División (Atl. Madrid): 14 – 2 – 2/0
Champions League (Atl Madrid): 6 – 0 – 0/0















Nome: Alberto Aquilani
Nacionalidade: Itália
Data de nascimento: 07.07.1984 (25 anos)
Camisola n.º 4
Altura: 1,86m
Peso: 77kg

Posição no terreno de jogo
Principal: médio centro
Secundária: médio defensivo e médio centro ofensivo










Temporada 2009/10

Competição: Presenças – Golos – Amarelos / Vermelhos
Premier League: 11 – 1 – 0/0
Carling Cup: 1 – 0 – 0/0
Champions League: 2 – 0 – 0/0
FA Cup: 2 – 0 – 0/0
UEFA Europa League: 1 – 0 – 0/0















Nome: Steven Gerrard
Nacionalidade: Inglaterra
Data de nascimento: 30.05.1980 (29 anos)
Camisola n.º 8
Altura: 1,83m
Peso: 83kg

Posição no terreno de jogo
Principal: médio centro
Secundária: médio direito e esquerdo e médio direito, centro e esquerdo ofensivo










Temporada 2009/10

Competição: Presenças – Golos – Amarelos / Vermelhos
Premier League: 25 – 6 – 5/0
Carling Cup: 1 – 0 – 0/0
Champions League: 5 – 0 – 1/0
FA Cup: 2 – 1 – 0/0
UEFA Europa League: 4 – 2 – 0/0















Nome: Lucas Leiva
Nacionalidade: Brasil
Data de nascimento: 09.01.1987 (23 anos)
Camisola n.º 21
Altura: 1,73m
Peso: 73kg

Posição no terreno de jogo
Principal: médio centro
Secundária: médio defensivo e médio centro ofensivo










Temporada 2009/10

Competição: Presenças – Golos – Amarelos / Vermelhos
Premier League: 29 – 0 – 8/0
Champions League: 5 – 0 – 0/0
FA Cup: 2 – 0 – 0/0
UEFA Europa League: 4 – 0 – 0/0















Nome: Jay Spearing
Nacionalidade: Inglaterra
Data de nascimento: 25.11.1988 (21 anos)
Camisola n.º 26
Altura: 1,68m
Peso: 70kg

Posição no terreno de jogo
Principal: médio centro
Secundária: médio defensivo










Temporada 2009/10

Competição: Presenças – Golos – Amarelos / Vermelhos
Premier League: 3 – 0 – 0/0
Carling Cup: 2 – 0 – 0/0















Nome: Yossi Benayoun
Nacionalidade: Israel
Data de nascimento: 05.05.1980 (29 anos)
Camisola n.º 15
Altura: 1,73m
Peso: 70kg

Posição no terreno de jogo
Principal: médio centro ofensivo
Secundária: médio direito e esquerdo ofensivo










Temporada 2009/10

Competição: Presenças – Golos – Amarelos / Vermelhos
Premier League: 24 – 5 – 1/0
Carling Cup: 1 – 0 – 0/0
Champions League: 6 – 2 – 0/0
FA Cup: 2 – 0 – 0/0
UEFA Europa League: 2 – 0 – 0/0















Nome: Albert Riera
Nacionalidade: Espanha
Data de nascimento: 15.04.1982 (27 anos)
Camisola n.º 11
Altura: 1,88m
Peso: 80kg

Posição no terreno de jogo
Principal: médio esquerdo ofensivo
Secundária: médio esquerdo e médio centro ofensivo










Temporada 2009/10

Competição: Presenças – Golos – Amarelos / Vermelhos
Premier League: 12 – 0 – 0/0
Carling Cup: 1 – 0 – 0/0
Champions League: 1 – 0 – 0/0
UEFA Europa League: 2 – 0 – 0/0















Nome: Ryan Babel
Nacionalidade: Holanda
Data de nascimento: 19.12.1986 (23 anos)
Camisola n.º 19
Altura: 1,83m
Peso: 73kg

Posição no terreno de jogo
Principal: avançado esquerdo
Secundária: avançado direito e médio direito e esquerdo ofensivo










Temporada 2009/10

Competição: Presenças – Golos – Amarelos / Vermelhos
Premier League: 17 – 3 – 1/0
Carling Cup: 2 – 0 – 0/0
Champions League: 3 – 1 – 0/0
FA Cup: 1 – 0 – 0/0
UEFA Europa League: 4 – 1 – 1/0















Nome: Nabil El Zhar
Nacionalidade: Marrocos
Data de nascimento: 27.08.1986 (23 anos)
Camisola n.º 31
Altura: 1,70m
Peso: 67kg

Posição no terreno de jogo
Principal: avançado esquerdo
Secundária: avançado direito










Temporada 2009/10

Competição: Presenças – Golos – Amarelos / Vermelhos
Premier League: 1 – 0 – 0/0
UEFA Europa League: 1 – 0 – 0/0















Nome: Dirk Kuyt
Nacionalidade: Holanda
Data de nascimento: 22.07.1980 (29 anos)
Camisola n.º 18
Altura: 1,84m
Peso: 83kg

Posição no terreno de jogo
Principal: avançado centro
Secundária: médio direito ofensivo e avançado direito










Temporada 2009/10

Competição: Presenças – Golos – Amarelos / Vermelhos
Premier League: 29 – 9 – 3/0
Carling Cup: 1 – 0 – 0/0
Champions League: 6 – 1 – 0/0
FA Cup: 2 – 0 – 0/0
UEFA Europa League: 3 – 0 – 0/0















Nome: Daniel Pacheco
Nacionalidade: Espanha
Data de nascimento: 05.01.1991 (19 anos)
Camisola n.º 47
Altura: 1,68m
Peso: 65kg

Posição no terreno de jogo
Principal: avançado centro
Secundária: avançado direito e esquerdo










Temporada 2009/10

Competição: Presenças – Golos – Amarelos / Vermelhos
Premier League: 1 – 0 – 0/0
Champions League: 1 – 0 – 0/0
UEFA Europa League: 1 – 0 – 0/0















Nome: Fernando Torres
Nacionalidade: Espanha
Data de nascimento: 20.03.1984 (26 anos)
Camisola n.º 9
Altura: 1,85m
Peso: 78kg

Posição no terreno de jogo
Principal: ponta-de-lança
Secundária: não aplicável










Temporada 2009/10

Competição: Presenças – Golos – Amarelos / Vermelhos
Premier League: 19 – 15 – 4/0
Champions League: 4 – 0 – 0/0
FA Cup: 2 – 0 – 0/0
UEFA Europa League: 2 – 2 – 2/0















Nome: David N’Gog
Nacionalidade: França
Data de nascimento: 01.04.1989 (20 anos)
Camisola n.º 24
Altura: 1,90m
Peso: 76kg

Posição no terreno de jogo
Principal: ponta-de-lança
Secundária: não aplicável










Temporada 2009/10

Competição: Presenças – Golos – Amarelos / Vermelhos
Premier League: 18 – 4 – 1/0
Carling Cup: 2 – 1 – 0/0
Champions League: 3 – 1 – 1/0
FA Cup: 2 – 0 – 0/0
UEFA Europa League: 3 – 1 – 0/0


UEFA Europa League 1.ª mão dezasseis-avos-de-final
Liverpool 1-0 Unirea Urziceni (D. N’Gog 81)

Substituições:

63’ saíu A. Riera, entrou R. Babel; 75’ saíu A. Aquilani, entrou D. Pacheco e 86’ saíu D. N’Gog, entrou Lucas.

Estatísticas:

Golos = 1 (D. N’Gog)

Remates = 22 (S. Gerrard 8, D. N’Gog 4, J. Carragher 2, F. Aurélio 2, A. Riera 2, M. Skrtel 1, D. Agger 1, J. Mascherano 1 e D. Kuyt 1)

Faltas cometidas = 16 (J. Mascherano 4, S. Gerrard 3, M. Skrtel 2, D. Agger 2, A. Aquilani 2, J. Carragher 1, A. Riera 1 e D. N’Gog 1)

Cartões amarelos = 1 (J. Mascherano)

Cartões vermelhos = 0

Foras-de-jogo = 1 (D. N’Gog)

Cantos = 14 (S. Gerrard 6, A. Riera 5 e F. Aurélio 3)

Resumo da partida: vídeo


UEFA Europa League 2.ª mão dezasseis-avos-de-final
Unirea Urziceni 1-3 Liverpool (B. Fernandes 19; J. Mascherano 30, R. Babel 41 e S. Gerrard 57)

Substituições:

61’ saíu J. Carragher, entrou M. Kelly; 66’ saíu M. Skrtel, entrou S. Kyrgiakos e 77’ saíu Y. Benayoun, entrou F. Aurélio.

Estatísticas:

Golos = 3 (J. Mascherano 1, R. Babel 1 e S. Gerrard 1)

Remates = 9 (S. Gerrard 5, Lucas 1, J. Mascherano 1, R. Babel 1 e D. N’Gog 1)

Faltas cometidas = 15 (M. Skrtel 2, E. Insúa 2, Y. Benayoun 2, R. Babel 2, D. N’Gog 2, J. Carragher 1, S. Kyrgiakos 1, F. Aurélio 1, J. Mascherano 1 e S. Gerrard 1)

Cartões amarelos = 2 (J. Mascherano 1 e R. Babel 1)

Cartões vermelhos = 0

Foras-de-jogo = 0

Cantos = 5 (S. Gerrard 2, F. Aurélio 1, Lucas 1 e Y. Benayoun 1)

Resumo da partida: vídeo


UEFA Europa League 1.ª mão oitavos-de-final
Lille 1-0 Liverpool (E. Hazard 84)

Substituições:

73’ saíu R. Babel, entrou A. Riera e 88’ saíu D. Kuyt, entrou N. El Zhar.

Estatísticas:

Golos = 0

Remates = 4 (R. Babel 2, S. Gerrard 1 e F. Torres 1)

Faltas cometidas = 20 (Lucas 3, D. Kuyt 3, R. Babel 3, E. Insúa 2, A. Riera 2, F. Torres 2, G. Johnson 1, J. Carragher 1, D. Agger 1, J. Mascherano 1 e S. Gerrard 1)

Cartões amarelos = 2 (E. Insúa 1 e F. Torres 1)

Cartões vermelhos = 0

Foras-de-jogo = 2 (D. Agger 1 e F. Torres 1)

Cantos = 3 (S. Gerrard 3)

Resumo da partida: vídeo


UEFA Europa League 2.ª mão oitavos-de-final
Liverpool 3-0 Lille (S. Gerrard 9 pen. e F. Torres 49, 89)

Substituições:

80’ saíu R. Babel, entrou Y. Benayoun; 90+1 saíu D. Agger, entrou S. Kyrgiakos e 90+2’ saíu F. Torres, entrou D. N’Gog.

Estatísticas:

Golos = 3 (F. Torres 2 e S. Gerrard 1)

Remates = 21 (F. Torres 8, D. Kuyt 3, D. Agger 2, E. Insúa 2, S. Gerrard 2, G. Johnson 1, Lucas 1, J. Mascherano 1 e R. Babel 1)

Faltas cometidas = 13 (E. Insúa 3, J. Mascherano 3, F.Torres 2, G. Johnson 1, J. Carragher 1, Lucas 1, S. Gerrard 1 e R. Babel 1)

Cartões amarelos = 2 (E. Insúa 1 e F. Torres 1)

Cartões vermelhos = 0

Foras-de-jogo = 3 (F. Torres 2 e D. Kuyt 1)

Cantos = 5 (S. Gerrard 5)

Resumo da partida: vídeo


Apontamentos finais a destacar

Rafa Benítez não prescinde do duplo-pivot defensivo, sendo adepto do sistema 4x2x3x1. Em princípio, no jogo da 1.ª mão, a disputar no Estádio da Luz, o onze titular não andará longe de: P. Reina, G. Johnson, J. Carragher, D. Agger, E. Insúa, Lucas, J. Mascherano, D. Kuyt, R. Babel, S. Gerrard e F. Torres.

Quando o treinador espanhol prefere dotar o sector recuado de maior solidez, o também capitão J. Carragher actua a defesa direito e o centro da defesa fica ocupado pelo ‘gigante’ M. Skrtel.

O lateral esquerdo argentino E. Insúa apresenta dificuldades a defender, desguarnecendo, em várias ocasiões, a sua posição. O central D. Agger pode jogar como defesa esquerdo, oferecendo mais garantias na consistência do sector.

No lado direito do meio-campo ofensivo, D. Kuyt é, normalmente, o dono do lugar, mas o perigoso Y. Benayoun (5 golos/5 assistências) também realiza bem os movimentos de fora para dentro. O italiano A. Aquilani representa a alternativa mais defensiva.

No corredor contrário, à esquerda, a opção mais conservadora passa por A. Riera e a mais ofensiva por R. Babel (drible e velocidade). Porém, o argentino M. Rodríguez, ex-Atlético de Madrid, representa igualmente uma escolha válida, tendo sido titular na partida recente frente ao Manchester United.

O capitão S. Gerrard é o natural encarregue dos lances de bola parada (penalties, livres e cantos) sendo, pelas estatísticas, o elemento mais rematador da equipa. Deste facto, merece atenção a sua capacidade na meia-distância. Também F. Aurélio e A. Riera também são chamados a converter pontapés de canto.

Na Liga Europa, os jogadores E. Insúa, J. Mascherano e F. Torres contam com 2 cartões aamrelos, pelo que estão em risco de exclusão para o jogo da 2.ª mão, em Anfield Road. E. Insúa, M. Skrtel, J. Mascherano são, provavelmente, os elementos mais faltosos, mas o avançado espanhol F. Torres também tem por hábito cometer faltas ofensivas (2 cartões amarelos na eliminatória com o Lille).

Pontos fortes: (i) lances de bola parada (cantos e livres), mercê da envergadura física de alguns jogadores (ii) remates de meia-distância de S. Gerrard; e, (iii) diagonais de D. Kuyt (2.º avançado), em movimentos de fora para dentro, abrindo o corredor à ‘locomotiva’ chamada G. Johnson.

Pontos fracos: (i) o defesa esquerdo E. Insúa tem dificuldades a defender, cometendo muitas faltas e desguarnecendo a posição; (ii) Os defesas M. Skrtel e F. Aurélio encontram-se lesionados e, inclusive, podem falhar a partida da 2.ª mão; e, (iii) nos jogos fora de Anfield Road, o duplo pivot de meio-campo encosta muito aos centrais e a equipa tem dificuldades em sair de forma organizada. A estatística da partida em França, frente ao Lille, ilustra esse menor atrevimento (apenas 3 cantos e 4 remates à baliza contrária).

domingo, 28 de março de 2010

[Liga Sagres] 24.ª jornada: SL Benfica 1-0 Sp. Braga

Grande ambiente. Enorme vitória. Rumo ao título. 147 dias depois: não é 'grande' quem quer; é 'grande' quem pode. Entenderam? Porque uma imagem vale mais que 1.000 palavras, por agora termino com o resumo da partida. Obrigado, Luisão. Obrigado, Benfica.

segunda-feira, 22 de março de 2010

[Taça da Liga] SL Benfica 3-0 FC Porto

Há quanto tempo o Benfica não humilhava o Porto com um resultado tão desnivelado? Há quanto tempo o Benfica não ultrapassava uma semana desportiva tão exigente? Há quanto tempo o Benfica não jogava este futebol tão demolidor e personalizado? Não me recordo. Estamos a viver uma época de sonho.

Convém enaltecer dois aspectos que dão maior sabor e colorido a esta conquista da 2.ª Taça da Liga: (i) cerca de 72 horas antes, o Benfica tinha ultrapassado brilhantemente os oitavos-de-final da Liga Europa; (ii) em virtude do cansaço acumulado, o treinador Jorge Jesus optou por deixar de fora 4 habituais titulares (Javi García, Ramires, Saviola e Cardozo). Mesmo com essas supostas contrariedades, o Benfica foi fortemente dominador, pelo que não me lembro de um Porto tão descontrolado e subjugado ao poderio adversário. Nesse aspecto, foi hilariante observar o comportamento de Bruno Alves, espécime exemplar da cultura que se valoriza naquele clube. Vale tudo: agredir, esbracejar, insultar e pontapear tudo o que mexe. Estranha forma de vida.

Do nosso lado, destaque para tudo e todos. E Pluribus Unum. Em primeiro lugar, os adeptos que se mobilizaram para pintar o Estádio do Algarve de um vermelho bem vivo e apaixonante. Em segundo lugar, o treinador que gere habilmente a matéria-prima disponível e, em tom crescente, apresenta o dom de nos presentear com um Benfica há muito esquecido. Por fim, os jogadores, máximos obreiros desta vitória. Uns estiveram melhor do que outros (Ruben Amorim, Carlos Martins), mas o sucesso passa pela união e entreajuda de todo o grupo, como aliás tive oportunidade de comprovar com os meus próprios olhos. Jorge Jesus tem razão: esta equipa respira saúde.

Agora, que venha o Sp. Braga, numa partida determinante para as aspirações do 32.º título nacional (por favor, alguém que envie este número ao capitão do Porto). O 'andor cá estará à vossa espera, ou seja, cerca de 60.000 benfiquistas prontos para criar uma atmosfera especial de apoio a esta maravilhosa equipa. Até sábado.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Foto-Reportagem da Viagem à Choupana

Dia 1: viagem de ida, no sábado às 10h00.

No aeroporto de Lisboa

A Benfica Viagens tinha alertado, com antecedência, para estarmos no aeroporto por volta das 08h30. Mesmo a um sábado, nada que fosse um obstáculo: não me recordo de ter levantado da cama com tanta energia. À chegada, alguns adeptos com o cachecol ao pescoço já estavam no Terminal 2. A organização entregou-nos o bilhete de avião e uma brochura com informações sobre a deslocação. Resolvida essa parte, ultrapassámos o controlo de segurança e ficámos por ali, à espreita, junto à porta de embarque.

Deviam ser umas 09h20 quando os 'craques' apareceram. Uns a seguir aos outros, em ritmo calmo, aproveitaram para comprar uns jornais e revistas. Foi, então, que a minha mulher vislumbrou a dupla argentina que tanto tem encantado os benfiquistas: Aimar e Saviola. Oportunidade para uma breve troca de impressões e a fotografia da praxe que tanta satisfação lhe deu. Já de máquina fotográfica na mão, tinha chegado a minha vez e não foi difícil descobrir uma 'cabeleira' bem conhecida de todos. A pergunta que fica é: será que, alguma vez, conseguiria ganhar uma bola de cabeça a este central brasileiro?

Uma nota que merece destaque: todos os jogadores reagem de forma simpática à interpelação das pessoas, não recusando um sorriso, uma fotografia, uma troca de palavras. Fica o registo.

No avião

Com a equipa, em voo charter, viajaram cerca de 55 adeptos. Os jogadores, na parte da frente, mais isolados da restante tripulação. Logo a seguir, elementos da equipa técnica e restantes personalidades da SAD encarnada. O meu lugar: 16J. O avião: coloured by you.

A viagem correu de forma tranquila. O plantel estava em estágio e todos respeitaram a privacidade e sossego dos jogadores. Afinal, estava em causa uma deslocação à sempre difícil Choupana e, portanto, a hora era de concentração. Ainda assim, tive a oportunidade de trocar umas impressões com o Dr. Lourenço Coelho, Assessor da SAD, sobre os mais variados temas.

No aeroporto do Funchal

À chegada, a recepção foi apoteótica. Tal como tinha imaginado ou observado na televisão, em outras ocasiões. Depois de mais uma foto de família com o nosso 'maestro', segui misturado entre o 'rolo compressor'. Quando a porta se abriu, a multidão entoou um Benfica fortíssimo e mais desvairado fiquei quando vi o inconfundível pano 'Funil', obra do João Gonçalves e restantes amigos. Foi com este grupo que convivemos, às refeições e durante a maior parte do fim-de-semana. Uma vez cá fora, o apoio não abrandou. A mensagem era clara: o nosso destino é o de vencer!

Neste breves instantes, já com os jogadores instalados dentro do autocarro vermelho, notou-se que a simbiose entre equipa e adeptos é um dos eixos do sucesso, numa perfeita comunhão de esperança em grandes feitos. Ali viveu-se um pouco da 'onda benfiquista'.

Na Madeira: comes & bebes

Tal como contemplado pela organização da Benfica Viagens, estava um autocarro à nossa espera para nos levar ao hotel com vista marítima, numa zona próxima do centro do Funchal e de fácil acesso a restaurantes interessantes. Relembro que tínhamos direito a usufruir de todos os transfers (aeroporto, hotel, estádio e, novamente, aeroporto), assentes numa organização de enorme simpatia e profissionalismo. Pontuação elevada. Durante este percurso, umas das pimeiras imagens que me captou a atenção:

Afortunadamente, contávamos com um casal amigo residente na ilha e, tal como combinado previamente, aproveitámos a tarde de sábado para um almoço e posterior visita turística a alguns locais de eleição, incluindo uma demorada prova às famosas ponchas. À refeição, as não menos famosas espetadas da região. Mas, o momento mais curioso estava para chegar: uma vez no restaurante, quem estava já sentado na mesa ao lado, com a cerveja coral à frente? Pois, a rapaziada do 'Funil' teve o mesmo bom gosto na escolha e ali ficámos em amena cavaqueira. Após um saboroso repasto, por sugestão do amigo madeirense, partimos em direcção ao digestivo: as ponchas. Para lá chegar, ao tal sítio onde se criam estes néctares, oportunidade para contactar com algumas paisagens deslumbrantes:

Mas, afinal quais os ingredientes da poncha? Bem, é um bocado o que um homem quiser, assim a imaginação o permita. A poncha tradicional contém: sumo de 2/3 limões, aguardente de cana qb e mel de abelha qb. Depois, há variações, conforme o gosto de cada um: maracujá, tangerina, entre outras. O local não podia ter sido melhor escolhido: Venda do André na Quinta Grande. Por outras palavras, uma antiga mercearia transformada em tasquinha típica. Um espectáculo.

O resto do dia foi passado em ritmo turístico, com mais alguns passeios a mostrar que a tragédia que assolou a Madeira quase está esquecida. Os nossos amigos não nos aconselharam a visitar as partes mais altas da ilha, mas no centro do Funchal, onde a(s) ribeira(s) transbordaram, tudo está devidamente limpo e recuperado. Praticamente não se notam vestígios do que aconteceu. Mais tarde, com o grupo do costume, retorno ao 'campo base', ou seja, altura para jantar no mesmo local onde fomos felizes à hora de almoço. Como tão bem descreveu o amigo João Gonçalves, a "Madeira é uma enorme poncha com coral à volta de espetadas em pau de louro". Aqui termina o dia 1.

Dia 2: viagem de regresso, no domingo às 22h00.

A caminho da Choupana

O dia acordou solarengo e, após um pequeno-almoço retemperador, hora de sair à rua para um café numa esplanada perto. Uns telefonemas depois e a conversa já fluía sobre a perspectiva do jogo marcado para as 18h00. Rumo ao título! Mas, antes das emoções fortes, havia que petiscar qualquer coisa e, para variar das suculentas espetadas, nada como experimentar uma brisa marítima. Não há dúvida, a Madeira tem grande beleza natural:

O tempo passou e tinha chegado a hora de regressar ao hotel, pois o autocarro partia às 16h00. A ilusão era mais que muita. A partir de certa altura, a ansiedade voltou a tomar conta. Um número incrível de voltas e voltinhas, à esquerda e à direita, acima e abaixo. Que percurso tão sinuoso! Que estradas tão estreitas! E o Estádio? Nem vê-lo...

Choupana? Apesar de nunca lá ter estado, lembrei-me de Machu Picchu. O Estádio do Nacional fica bem lá no alto e os acessos são complicados. A determinado momento, parecia que estávamos no centro de Lisboa, em hora de ponta, mas rodeados de vegetação por todo o lado. Obviamente, diversas pessoas já tinham deixado o carro numa valeta qualquer seguiam estoicamente o seu percurso a pé. É preciso muita paixão para ser adepto do Nacional. Fiquei com a sensação de que podem ser poucos, comparativamente com o Marítimo, mas são ferrenhos. Essa opinião confirmou-se durante o jogo. No entanto, era a falange de apoio do Benfica que dava colorida aquele cenário:

Até descobrir o meu lugar, na bancada central, tudo tranquilo. Havia alguma mistura entre nacionalistas e benfiquistas, mas nunca ouvi uma 'boca' mais desagradável ou um cântico mais ofensivo. Não senti qualquer tipo de animosidade. Muitas famílias presentes, mulheres e crianças, num ambiente de festa que me fez concluir que aquelas gentes gostam genuinamente do clube da sua terra.

No Estádio do Nacional

Não há muito a dizer sobre o jogo que não tenha sido já dissecado anteriormente. Aliás, por motivos vários, à hora que estou a terminar esta crónica, o Benfica já ultrapassou, de forma brilhante, o Marselha e prepara-se para mais um embate com o Liverpool. Portanto, vamos a algumas fotografias:

A envolvente paisagística é interessante. Ali respira-se ar puro. Literalmente. Durante o aquecimento, vários miúdos divertiam-se no relvado. O Nacional preza a sua formação e, prova disso mesmo, é a presença do Cristiano Ronaldo Campus Futebol, paredes meias com a Choupana. Tempo, agora, para uma vista rápida às bancadas:

Os adeptos encarnados estavam espalhados por todo o lado, criando uma atmosfera de grande apoio e empurrando a equipa para a vitória tão apetecida. Se na imagem anterior, os sectores ainda não estavam totalmente lotados, a fotografia seguinte, já no decorrer do jogo, espelha bem que os nossos rapazes estavam devidamente acompanhados:

Com a marcação do golo, por intermédio de Cardozo, registou-se uma situação curiosa: ali estava, na bancada central, adepto da equipa visitante, doido de alegria a comemorar a perspectiva dos três pontos, quando começaram a chover milhares de papelinhos, ao melhor estilo carnavalesco. Uma coisa estranha, devo dizer. Eram papelinhos de todas as cores, um arco-íris de festa. Imaginam um golo do Benfica no Bonfim, no Restelo, ou noutro Estádio qualquer e despejarem uma 'Bombonera' em cima de nós?

Últimos momentos

A viagem de regresso, a caminho do aeroporto, pareceu-me mais curta. A impaciência tinha dado lugar à satisfação do dever cumprido. Apesar da exibição personalizada o Benfica tinha acabado de conseguir uma vitória sofrida, mas extremamente importante. Os meus colegas de viagem partilhavam deste sentimento. De referir que, para muitos deles, esta aventura não terminava em Lisboa: por exemplo, havia quem tivesse de efectuar o regresso a casa para o Algarve e para o Porto. De qualquer modo, há esforços que fazem sentido quando se trata do Benfica.

Perto da porta de embarque, novo contacto com os heróis da noite. Apesar de notar-se que os jogadores vinham algo exaustos, havia a natural boa disposição de quem sabia que tinha cumprido com a sua missão. Mais uma vez, deu para trocar umas palavras com os atletas e guardar uma ou outra foto para a posteridade. Já dentro do avião, um sossego tranquilizador, mas pouco festivo. A razão era simples: depois da descolagem, foi servida uma refeição rápida e correu a informação de que os jogadores necessitavam de descanso, o que foi prontamente respeitado. No entanto, foram minutos de pura ilusão. Vieram as palmas e, afinal, os jogadores estavam bem despertos e animados. Deu para ver o ambiente descontraído e em tom de brincadeira. Fiquei, ainda, mais satisfeito. Até porque, e isto é muito importante que se saiba, este plantel é fortemente unido e reina um óptimo ambiente no grupo de trabalho. Não se esqueçam disto, principalmente nas situações em que possa surgir um resultado menos positivo. Através do que observei e graças a conversas mantidas com a tripulação, pude comprovar que o futebol do Benfica está bem e recomenda-se.

Para terminar, devo dizer que é um privilégio enorme poder estar perto dos jogadores que admiramos e idolatramos. São eles que, no relvado, nos dão alegria a nós, nas bancadas. Contudo, não se pense que escrevi tudo isto em sinal de vaidade. Pelo contrário, trata-se de um sentimento de orgulho muito vincado. Não trocava este programa por nenhum outro e, na medida do possível, sugiro a todos os benfiquistas que vivam a experiência. Da minha parte, o mais certo é que venha a repetir a aventura. Dentro ou fora do território nacional? Depende. Na próxima visita à Madeira, gostaria de aproveitar para conhecer o Estádio dos Barreiros. Ou Hamburgo. Quem sabe...

quinta-feira, 18 de março de 2010

[Europa League] Marselha 1-2 SL Benfica

Numa palavra: épico! O regresso das grandes jornadas europeias. A virtude da raça, querer e ambição. Uma noite à Benfica, numa exibição de classe, com consequente apuramento para os quartos-de-final da UEFA Europa League.

No início desta caminhada, ainda pré-fase de grupos, alertei alguns amigos que tínhamos reais aspirações a pensar na final de Hamburgo. Claro que era um desejo prematuro, uma ideia quase tresloucada, mas desde há muito tempo que algo interior me diz que esta época aguarda grandes feitos. Eu acredito. Tal como acreditava que seria possível ultrapassar este difícil obstáculo francês, após o empate 1-1 no jogo da Luz. Agora, até os responsáveis do Marselha já acreditam. Tudo é possível...

O Benfica entrou muito bem no sempre complicado ambiente do Velódrome e, desde cedo, a equipa revelou enorme personalidade ao não se deixar atemorizar, quer pelos adeptos, quer pela qualidade futebolística do adversário. Muita energia na recuperação e suficiente tranquilidade na gestão de posse de bola, foram os traços dominantes. Em largos períodos desta eliminatória, o clube português soube sempre colocar-se mais perto da grande área contrária. Nos segundos 45 minutos, esta realidade foi superiormente visível através do típico 'carrossel mágico' de passe e desmarcação. A certa altura, parecia que era o Benfica que jogava em casa, arriscando tudo em busca da qualificação.

O golo de Niang representou um duro revés, mas foi a actuação do árbitro Damir Skomina que mais me enfureceu. Cheguei a pensar que, para o digníssimo (cof cof) líder da UEFA, o irritante Michel Platini, Lyon e Bordéus nos quartos-de-final da Champions Leaugue não seria suficiente. Não... era perfeitamente perceptível que faltava a 'cereja em cima do bolo'. Infelizmente, para o lado deles, existe um certo rapaz uruguaio que não aprecia 'cerejas', preferindo a pujança revigorante de um chá mate acompanhado de remates de meia-distância. O que dizer da exibição de Maxi Pereira? É certo que o lateral direito encarnado não é um tecnicista, um virtuoso, ou um jogador que venda milhares de camisolas, mas o que podemos opinar quanto à sua atitude, entrega e profissonalismo? É, sem dúvida, um jogador à Benfica. Depois, sim: veio a 'cereja em cima do bolo', mas para as nossas cores. Afortunadamente, Jorge Jesus decide dar uma hipótese a Alan Kardec e, passados poucos minutos, o avançado brasileiro marca o 100.º golo do Benfica em jogos oficiais na época 2009/10. Foi a loucura! Vamos ver o vídeo na Benfica TV?

Posso afirma que, ainda, estou em delírio. Queria muitooooooo despachar estes franceses, sendo que a exibição e o resultado final vêm corroborar o meu legítimo desejo a novos e renovados feitos gloriosos. Eu acredito. O sonho ainda não terminou...

Foto retirado desta thread do SerBenfiquista.

terça-feira, 16 de março de 2010

[Viagem à Madeira] Nacional 0-1 SL Benfica

Não. Com muita pena, mas ainda não consigo escrever a foto-reportagem que, aos poucos, já se vai desenhando na minha cabeça. Durante a semana é difícil encontrar a disponibilidade necessária para elaborar uma crónica tão diferente e exigente, do ponto de vista emocional. O fim-de-semana foi especial: não é todos os dias que temos o prazer de viajar, em voo charter de ida e volta, com os jogadores que tanto admiramos, acompanhando o clube da nossa paixão numa deslocação que ameaçava ser muito complicada. A iniciativa desta maravilhosa aventura partiu da minha mulher que, nas suas palavras, não trocava este programa por nenhum outro. No Funchal, tive sempre a óptima companhia de outros gloriosos benfiquistas, nomeadamente o amigo João Gonçalves e restantes convivas adeptos do 'Funnil'. Aconteceram vários momentos engraçados, num clima de enorme boa disposição. Em resumo, há imensos episódios que merecem ser cuidadosamente relatados e diversas fotografias que fazem todo o sentido serem partilhadas. No total, a colecção apresente cerca de setenta: umas de âmbito mais pessoal e outras de carácter mais geral que ilustram a força desta incrível 'onda' vermelha. Durante o fim-de-semana, com mais tempo, voltarei a este assunto dividido em duas parte: (i) a véspera do jogo (sábado), com viagem de ida às 10h00; e, (ii) o dia da partida (domingo), com viagem de regresso às 22h00. Por agora, para terminar, relembro que o Benfica venceu e conquistou os três pontos. Que mais poderia pedir? Inesquecível.