quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Próspero Ano Novo

Repetindo os votos do ano anterior, desejo um próspero 2010 com óptimas razões para sorrir. Num misto de paciência e sabedoria, espero que consigam ultrapassar os momentos menos bons, saboreando cada pedaço de alegria que a vida nos proporciona. Avancem, de uma vez por todas, para aquele projecto que constantemente têm adiado e persigam os vossos sonhos. Façam de 2010 um ano marcante. Pela positiva.

Como faltam poucas horas para dobrar o novo ano, impõe-se um balanço destes últimos 12 meses. A melhor forma encontrada para esse exercício traduziu-se numa criteriosa selecção dos artigos que fui escrevendo, ao longo do ano. Uma espécie de top 10 Catenaccio.

Não poderia finalizar sem deixar de agradecer todos os incentivos recebidos, contando com as visitas diárias e comentários feitos neste espaço, esperando que 2010 traga mais motivos para nos encontramos neste 'cantinho' virtual. Do mais antigo para o mais recente, tempo de recordar o melhor de 2009:

1. A mística perdida do Sport Lisboa e Benfica

2. Os Senhores da Europa

3. Como deve o Benfica jogar no Dragão?

4. A reflexão interna da família benfiquista

5. O código genético do Sport Lisboa e Benfica

6. A novidade IMScouting

7. [Europa League] Relatório 1: FC BATE Borisov

8. [Europa League] Relatório 2: AEK Atenas

9. [Europa League] Relatório 3: Everton FC

10. O estado de euforia

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

[Liga Sagres] 14.ª jornada: SL Benfica 1-0 FC Porto

Uma das maiores 'molhas' da minha vida, plenamente justificada numa vitória muito desejada. A EQUIPA do Benfica, no relvado, mostrou a raça, o querer e ambição, em perfeita comunhão com os adeptos, nas bancadas. Com votos de Feliz Natal, a todos os leitores, ouçam a emoção e vejam a loucura instalada na 'Catedral'. Viva o Benfica!

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

[Europa League] SL Benfica 2-1 AEK Atenas

Em primeiro lugar, expressar aos leitores as minhas desculpas por esta ausência mais prolongada. O início de Dezembro foi marcado por semana e meia de férias, período esse dedicado a concluir uma aventura académica que começou no ano lectivo 2006/07: finalmente, passados 3 trimestres exigentes - com 9 disciplinas, exames e trabalhos de grupo - e após quase 2 anos a desenvolver uma Dissertação de Mestrado em Contabilidade Internacional no ISCTE, o projecto de investigação chegou ao fim. Com enorme orgulho e satisfação, no passado dia 15 de Dezembro, ultrapassei (com sucesso) a apresentação das provas públicas de Mestrado (vulgo defesa da Dissertação), denominada: 'Divulgação de informação e direitos de inscrição desportiva sobre jogadores de futebol: Estudo da IAS 38 em clubes de futebol europeus'. Mais um desafio que foi alcançado.

Deste recolher obrigatório, uma das poucas coisas que me ligou à realidade foi o Benfica: (i) estive presente numa noite chuvosa de domingo, juntamente com mais 41.205 espectadores, para assistir a uma nova goleada, desta feita contra a Académica de Coimbra; (ii) observei, pela televisão, a desilusão pelo empate consentido (e não conquistado) em Olhão; e, (iii) acompanhei, em mais uma noite europeia, a vitória caseira que encerrou uma brilhante fase de grupos da UEFA Europa League. Sobre o jogo com o AEK Atenas, já sem motivos de interesse prático, louve-se a performance de Di María, principalmente aquele golo de 'letra'. Pena que o argentino tenha tanto de bom jogador (na recepção, passe, condução de bola e técnica), como de excesso de parvoíce: estranhos sentimentos que Di María provoca, ora arrebatando as bancadas com lances de génio, ora enervando os benfiquistas dos 7 aos 77 anos de idade.

Entretanto, três assuntos fazem parte do dia-a-dia encarnado e merecem a atenção dos benfiquistas. A saber: (i) as contratações (possíveis?) do defesa central Durval, do Sport Recife, do pivot defensivo Airton, do Flamego e do ponta-de-lança Alan Kardec, do Vasco da Gama; (ii) o sorteio dos 16 avos-de-final da UEFA Europa League, que ditou o confronto com o Hertha de Berlim; e, (iii) o clássico de domingo frente ao FC Porto, marcado para as 20h15.

Em relação ao primeiro tema, confesso que a ideia de um Esporte Lisboa e Benfica não me deixa muito animado. Se consigo entender a necessidade de uma alternativa a Javi García, focalizada na possibilidade Airton, jovem de 19 anos com óptimas referências, já torço o nariz quanto às outras opções. Espero bom senso da parte de Rui Costa e C.ª, pois esta política desportiva à 'Football Manager' deixa-me desanimado.

Hertha de Berlim, último classificado da Bundesliga. É preciso aprofundar? Obviamente, é para seguir em frente, rumo aos oitavos-de-final e 'piscando o olho' às boas recordações do Velódrome. Não somos o Sporting. Vale mesmo a pena desenvolver?

Por fim, partida com os (únicos) rivais, na pior fase da época: castigos, lesões, febres e 'bicos de papagaio'. Tudo acontece. Pensar num onze titular provável é como resolver um joguinho de Sudoku: um autêntico quebra-cabeças para Jorge Jesus. De qualquer modo, até com Luís Filipe e Jorge Ribeiro como 'carrileros', o pensamento seria sempre o mesmo: vitória, vitória e vitória. Só faltava dar-se o caso de vencer o concurso "Lugar de Ouro" (para azar do Benfica), na modalidade abandono do meu local de apoio para 'fazer uma perninha' no relvado. Olhando para os dois cenários, o segundo até era capaz de ser menos prejudicial aos interesses da equipa. Fora de brincadeiras... sem contar com Sidnei, Ruben Amorim, Ramires, Fábio Coentrão, Di María, Pablo Aimar e sabe-se lá que mais 'desgraças' ainda podem acontecer, mantenho a fé na vitória. Lá estarei para confirmar esse desejo. Longe da relva, no meu lugar habitual.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

[Europa League] Bate Borisov 1-2 SL Benfica

Vitória na Bielorússia. Três pontos conquistados. Apuramento garantido. Vitória no Grupo I. Missão cumprida.

Desta forma, já é possível ir formando o puzzle relativo ao sorteio dos 16 avos-de-final, marcado para o dia 18 de Dezembro em Nyon. A este respeito, cumpre-me informar o seguinte: Os clubes do mesmo país não poderão defrontar-se nos 16 avos-de-final. Os 12 vencedores de grupos da UEFA Europa League e os quatro melhores terceiros classificados da UEFA Champions League terão como adversários os 12 segundos classificados da fase de grupos da UEFA Europa League e os restantes conjuntos que transitam da UEFA Champions League. Os vencedores dos grupos e os quatro melhores terceiros classificados disputam as partidas da segunda mão em casa. Os vencedores e segundos classificados do mesmo grupo não poderão, também, defrontar-se.

Como tal, mediante estes pressupostos, se as 'contas' estivessem já terminadas, estes poderiam ser os possíveis adversários do Benfica: Estugarda e Hertha (Alemanha); Anderlecht, Club Brugge e Standard Liège (Bélgica); Atlético Madrid, Athletic Bilbao e Villareal (Espanha); Lille (França; Panathinaikos (Grécia); Roma (Itália); Hapoel Tel-Aviv (Israel); Twente (Holanda); Sparta Praga (Rep. Checa) e Rubin Kazan (Rússia). Alguma preferência?